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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

COMO SURGIU A FOTOGRAFIA EM SÉRIE?


A partir de uma aposta. Um ricaço americano tinha feito uma aposta com seus amigos. Ele dizia que durante o galope de um cavalo, havia um momento em que nenhum dos cascos tocava a terra. Para isso contratou o fotógrafo inglês Muybridge e ganhou a aposta. Ele colocou 14 câmeras num trecho de pista de corrida de cavalos, cada uma ligada a um fio que atravessava o caminho. Assim o animal vinha galopando, disparava a máquina e tirava uma foto de si mesmo. Era verdade: em determinado instante da corrida, o cavalo ficava mesmo com as quatro patas no ar. Isso contribuiu para o aparecimento do cinema, pois para mostrar o movimento era preciso fotografá-lo em série.

A HISTÓRIA DA KODAK

 Com o slogan "Você aperta o botão, nós fazemos o resto", George Eastman coloca a primeira câmera simples nas mãos de uma infinidade de consumidores em 1888. Dessa forma, ele tornou um processo de sujeira e complicações em algo simples, fácil de usar e acessível para praticamente qualquer pessoa.

Desde então, a Eastman Kodak Company percorre seu caminho com uma abundância de novos produtos e processos para simplificar ainda mais a fotografia, tornando-a mais útil e divertida. Na verdade, a Kodak de hoje é conhecida não apenas pelas fotografias que proporciona, mas também pelas imagens usadas em uma variedade de aplicações de lazer, entretenimento e nas áreas comercial e científica. Seu alcance envolve cada vez mais o uso de tecnologias que combinam imagens e informações, criando um potencial de mudanças profundas na maneira como as pessoas e os negócios interagem.

Assim como Eastman traçou sua meta, a de tornar a fotografia "tão conveniente quanto um lápis", a Kodak continua a expandir a maneira como as imagens tocam as pessoas em seu dia-a-dia. A empresa está entre as grandes corporações multinacionais do mercado, com sua marca reconhecida em praticamente todos os países do mundo.

KODAK PEDE CONCORDATA EM NOVA YORK



A centenária fotográfica Eastman Kodak apresentou um pedido recuperação judicial nesta quinta-feira, para o Tribunal de Nova York, com o objetivo de reestruturar seus negócios que perderam espaço com a chegada de câmeras digitais no mercado.
A empresa, que inventou as câmeras de mão e ajudou o mundo a registrar as primeiras imagens da Lua, resistiu até o momento no setor de eletrônicos, mas julgou que precisa de um apoio externo e divulgou um comunicado em seu próprio site, dizendo que “a companhia e suas subsidiárias nos EUA entram com pedido voluntário de ′proteção` ao Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos”.

A Kodak recorreu à concordata depois de não conseguir levantar recursos para a sua recuperação financeira de longo prazo. Com o pedido, a empresa pretende reforçar a liquidez, valorizar a propriedade intelectual, resolver a atual situação de passivos e se concentrar nos ramos de negócios mais competitivos.

A empresa espera ter completado sua reestruturação nos EUA até o ano de 2013. "Toda a equipe administrativa acredita, por unanimidade, que este é um passo necessário para o futuro da Kodak", disse o presidente e diretor executivo, o espanhol Antonio M. Perez.

A pioneira do setor de fotografia, com mais de 130 anos, afirma que obteve US$ 950 milhões em uma linha de crédito de 18 meses do Citigroup e que continuará a operar. O financiamento e a proteção contra falência pode dar a Kodak o tempo necessário para encontrar compradores para algumas de suas 1.100 patentes digitais e remodelar seus negócios, garantindo o salário de seus 17 mil funcionários.

Em um texto tira-dúvidas para os seus empregados, a Kodak esclarece que este não é o fim da empresa e tenta acalmar rumores afirmando que outras companhias em situação financeira semelhante têm utilizado o mesmo processo com êxito, como a General Motors, a Chrysler e a Delta Air Lines.

"Vamos continuar as operações normalmanete durante todo o processo, incluindo o pagamento de salários e benefícios a nossos funcionários e o fornecimento de serviços de qualidade aos nossos clientes", garantiu a empresa em nota.

Até o final de setembro, o grupo tinha um total de ativos de US$ 5,1 bilhões, mas também tinha passivos avaliados em US$ 6,75 bilhões.

Da Agência O Globo

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

As 7 realidades da fotografia de moda

Para trabalhar nesta área é preciso, acima de tudo compreender o que está na moda, mesmo que você trabalhe com uma equipe completa de produtores, estilistas, maquiadores e cabelereiros. Há casos em que a modelo encana que quem deve decidir tudo é apenas o fotógrafo, imagine uma pessoa desinformada tendo que combinar roupas e escolher as melhores cores para a maquiagem ou até o melhor penteado. Mas, se formos parar para pensar é assim mesmo que deve ser feito, afinal o resultado final levará o nome do fotógrafo, portanto ele deve sempre dar opiniões e mudar o que achar necessário.
Entretanto não é o que vemos por aí. Fotógrafos mergulham no mundo da fotografia de moda, mas esquecem destes detalhes. São poucos os que procuram estudar maquiagem e estilo, e são exatamente estes que ganham destaque no mercado, porque embora o fotógrafo de moda fique de fora da passarela, para se destacar, precisa desfilar muita qualidade e conhecimento. Portanto, se você deseja migrar para esta área fique antenado em todas as novidades fashion e explore todas as suas possibilidades – anúncios, books, editoriais, catálogos etc.
Para quem está começando ou para quem gosta de listas que inspirem reflexão, seguem as sete realidades da fotografia de moda…
1. Misturar prazer carnal com trabalho é inaceitável, o fotógrafo nunca deve cobiçar a modelo – o que também vale para as fotógrafas.
2. Desfile é bom, mas também é cansativo. Se você deseja trabalhar nas passarelas esteja preparado para correr, se espremer e tomar algumas cotoveladas, principalmente se a ideia for encarar grandes semanas de moda pelo mundo. Eu fotografei o São Paulo Fashion Week e sei bem o que estou dizendo, todos os fotógrafos se respeitam, mas a luta pelo melhor ângulo é inevitável e a sequência de desfiles faz você perder alguns quilinhos para trocar de sala às pressas.
3. É preciso ter simpatia e saber dirigir modelos. Muitas modelos não sabem como devem agir, qual posição fazer, se devem ou não sorrir, por isso é necessário estar preparado para situações como esta. Isso você só conquista com a prática, não é o tipo de coisa que se aprende em cursos – apesar de alguns tentarem.
4. É preciso ter iniciativa, criatividade e conceitos diferenciados para produzir imagens que tenham estilo próprio. Raramente o fotógrafo participa das reuniões de pauta de editoriais de revistas, ele é contratado, recebe uma breve explicação do produtor e tem que se virar com o que aparecer para ser registrado. Portanto esteja preparado!
5. Estude sempre. Como já mencionei anteriormente, o fotógrafo deve manter-se atualizado sobre o mundo fashion, dedicar alguns momentos à pesquisa de maquiagem e moda, assistir desfiles, fotografar desfiles simplesmente para praticar, envolver-se com produções de roupas e buscar inspirações na arte e na literatura.
6. Fama e dinheiro é muito difícil de conquistar. Muitos fotógrafos trabalham de graça fotografando uma supermodelo apenas para ver seu nome sendo divulgado em algum veículo conceituado, mas isso vai de cada um decidir. Só ganha dinheiro nesta área quem consegue construir um bom nome, não precisa ser famoso, mas precisa ser reconhecido.
7. Nem tudo são flores. Existem desfiles muito demorados, modelos muito chatas, estilistas insuportáveis, maquiadores e cabelereiros que se julgam mais importante que o fotógrafo. Quando mais você crescer no mundo fashion, mais você encontrará pessoas de egos inflados, esteja preparado para isso também.
Gostou? Então dedique-se ao máximo e faça tudo da melhor maneira possível, não há como errar assim. Se você estiver precisando de inspiração para começar, seguem alguns nomes importantes da fotografia de moda:

Bob Wolfenson


Tiago Molinos


Peter Lindbergh


Fran Beaufrand


Steven Meisel

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

PAPARAZZI: PARA O BEM OU PARA O MAL?

Os trabalhos realizados pelos "paparazzi" sempre foram polêmicos pela sua forma de ser realizado, o que muitos artistas e até pessoas normais da sociedade, condenam a prática. Mas vamos ao X da questão, não podemos simplesmente soltar nosso brados violentos contra o trabalho dos mesmos, pois se por um lado, há a invasão da privacidade de muitos artistas, há quem diga que o mesmo trabalho faz ressurgir antigos e sumidos artistas.



Existe também o lado dos fãs, que gostam de saber notícias e ver fotos de seus ídolos, e isso é proporcionado apenas pelos famigerados paparazzi, portanto, questiono a legitimidade da condenação imposta a esses profissionais, que dedicam-se inteiramente a este estilo de fotografia.









 Porém, não podemos esquecer dos artistas que sentem-se agredidos, pois os mesmo têm o direito de contestar os métodos dos fotógrafos que invadem sua privacidade, armados de lentes potentes e muitas vezes de outras artimanhas para capturar momentos que às vezes mostram-se totalmente íntimos do artista, portanto, é uma questão polêmica que sempre nos levará a debates intensos e calorosos.

Ring girls do UFC posam para o Paparazzo. Veja foto do making of



Musas do UFC (Foto: Alexandre Campbell) 
As musas do UFC Chandella Powell e Arianny Celeste posam para o Paparazzo na Academia Delfim, na Zona Norte do Rio. Ensaio foi ao ar neste sábado, 14. (Foto: Alexandre Campbell)

No Rio de Janeiro para participar do UFC 142, que acontece na cidade no próximo sábado, 14, as ring girls Arianny Celeste e Chandella Powell posaram para o Paparazzo nesta quinta-feira, 12, em uma academia na Zona Norte carioca. É a segunda vez das americanas no Brasil (a primeira foi em agosto de 2011, quando rolou o primeiro UFC no Rio).
“Os fãs aqui são muito calorosos”, diz Chandella. “Os brasileiros têm corpos lindos e uma cor de pele incrível”, elogia. Já Arianny gostou de ver os homens de sunga na praia. “É fofo. Nos Estados Unidos eles usam bermudas”, diverte-se.
Apesar das muitas cantadas que levam no Brasil e mundo afora - elas fazem cerca de três viagens por mês -, as duas estão solteiras. “Para me chamar atenção, o cara tem que ser realmente especial, porque não presto atenção em homens, não tenho tempo para isso”, diz Arianny, há cinco anos contratada do UFC.
A dupla garante que nunca namorou um lutador, e que o parceiro ideal não precisa ter tantos músculos como aqueles que se enfrentam nos ringues. “Mas é um ‘plus’’, brinca Chandella, ring girl há dois anos. “Não precisa ser forte, mas tem que me fazer rir e me entreter sempre, porque me entedio fácil”, comenta Arianny. E que tal seria fazer um chamego numa orelha toda estouradinha por causa de uma luta? “Eu não ligaria a mínima”, diz Chandella.

Fonte: ego.globo.com

Voltando a postar no blog

Meus caros amigos, depois de muito tempo sem nenhum post no blog, estou retomando as atualizações, com uma nova abordagem, pois por estar sem tempo de manter os trabalhos na região dos lagos, por isso manterei materiais informativos e curiosidades sobre o mundo da fotografia. É muito bom estar de volta ao contato semanal com vocês!
Abraços!

sábado, 4 de junho de 2011

Agora na Região dos Lagos

Procurando sempre novos desafios, chegamos à região dos Lagos, prontos para muitos trabalhos, com a mesma disposição, gosto por qualidade, e prezando sempre pela satisfação dos nossos clientes.
Além de casamentos, festas infantis, formaturas e festas de 15 anos, também postaremos as fotos das mais lindas paisagens existentes em nossa maravilhosa Região dos lagos.

Abraços a todos!

sábado, 19 de março de 2011

Books




Por Paula Guimarães
Fotógrafa e designer da Visão Fotográfica Digital

Books







Por Paula Guimarães.
Fotógrafa e designer da equipe Visão Fotográfica Digital

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

IMAGENS RASTERIZADAS

Imagens Rasterizadas são feitas de finos blocos de cor chamados pixels, o menor elmento de uma imagem digital. O número de pixels em uma imagem depende do dispositivo no qual você a capturou (em uma câmera digital ou scanner) ou das configurações quando você cria o documento no Photoshop. O tamanho dos pixels depende da resolução da imagem, que especifica o número de pixels por polegada. Geralmente os pixels são tão pequenos que você não consegue vê-los individualmente. Mas, se você aumentar uma imagem raster, os pixels aparecem maiores e a imagem começa a parecer mais com um punhado de blocos, em vez de uma imagem estável.

Por Edson Martins

Sobre Vetores

Imagens Vetoriais são imagens feitas de pontos e paths e que criam formas. Esses formatos são preenchidos e delineados com cores. Você pode criar imagens vetoriais em programas de desenho como o Adobe Illustrator e o CorelDraw. Os paths são baseados em equações matemáticas que dizem aos monitores e imagens como desenhar uma imagem. Como não há nenhum pixel envolvido, você pode fazer imagens vetoriais do tamanho que quiser e elas ainda parecerão estáveis e nítidas como a original. O Photoshop pode abrir imagens vetoriais, mas, a menos que você as abra como Smart Objects, o Photoshop vai transformá-las em imagens raster baseadas em pixels. (Esse processo é chamado de rasterização)

Por Edson Martins